A primeira vez que ouvi essa frase foi pela boca do Cazuza, mas talvez tenha sido Einsten ao criar a teoria da relatividade. E, para quem pensa o contrário, é só esperar e dar uma passada em frente ao espelho de vez em quando. Agora já não importa, o tempo já passou mesmo. Pelo menos no nosso caso, meu e do meu companheiro, o avô da Thaina e do Thiago.
Nessa quarta (14), fizemos exatos 38 anos de união, comunhão, conjunção, já nem sei mais. Se somarmos os cinco de namoro, lá se vão 43 anos. Só sei que o tempo passou e a força da gravidade deixou marcas. A foto não nos deixa dúvidas! Já fomos jovens, com vastas cabeleiras, sem nenhum fio branco e sem rugas!
Lá pelas tantas eu comecei a bocejar, pois o sono já "batia a minha porta". Confesso ser a única coisa para a qual eu não me oponho nem em momentos de grandes comemorações, como esse. Afinal de contas, mesmo sendo difícil em dias de hoje tanto tempo de permanência ao lado de uma mesma pessoa, apesar dos altos e baixos, podemos nos considerar pessoas perseverantes. A gente persevera, na espectativa de um melhor e mais forte entendimento, no dia de amanhã, assim como esperamos no amanhecer, ver de novo o sol brilhar e uma linda rosa se abrir no nosso jardim!
VALEU A PENA!